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Pela primeira vez fiz o Exame de proficiência da língua japonesa. Então, muito difícil?

Não foi tão impossível e mesmo assim fui reprovado.

Com toda a certeza, algo que não foi tão difícil deveria ter sido aprovado, certo?

Mais ou menos. No entanto, os níveis dão saltos de conteúdo muito grandes.

Por exemplo, o número de kanji que são testados no exame N4 é de 300 caracteres. No N5 são 100.

O número de palavras no exame N4 é de 1500, enquanto no N5 são “apenas” 800.

Como resultado o acontecido era esperado.

Mas algo surpreendente ocorreu: na primeira prova, a de gramatica, quase tive um rendimento de 70%.

Vale lembrar que não completei todo o gabarito desta prova, e mesmo faltando 10 questões o resultado foi ótimo.

Então, o que faltou para passar neste exame? Estudo!

Uma vez que o nível estava muito acima do meu conhecimento, foi difícil focar nos pontos que precisava melhorar.

É lógico que para passar em tal Exame de proficiência, deveria ter tentado antes o N5, mas foi mesmo pelo desafio.

Sem dúvida valeu a pena tentar. O resultado ruim nas outras duas provas, com aproveitamento abaixo dos 50%, me disse muita coisa.

Admiro pessoas que, com um ano de estudo, chegam ao nível N2 por exemplo.

De fato, passar em tal exame significa muito e mais ainda: tentar é necessário!

Não passar na primeira não implica em continuar tentando.

Nem que demorem meses, anos para passar, o fundamental é não parar de tentar.

Inegavelmente se comunicar é essencial. Se comunicar bem tem que ser uma meta a ser alcançada.

O próximo exame será no dia 20 de setembro. Para se inscrever, clique aqui.

Você já viu o vídeo da O melhor investimento do Japão – O exame de proficiência

Exame de proficiência: reprovado!

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